Curiosidades matemáticas: Pi, palíndromos e Phi

Matemática… apesar de ser o calcanhar de Aquiles de muita gente, ninguém pode negar que ela possui um sem fim de encantos ocultos e que está repleta de curiosidades impressionantes. Neste primeiro artigo sobre o tema, ficará a saber mais sobre três curiosidades matemáticas dos números: Pi, palíndromos e Phi.




Curiosidades matemáticas – Pi

Pi é um dos mais famosos números matemáticos, tendo começado a ser estudado pelos antigos Egípcios em 1650 AC. O cálculo do número de casas decimais foi sempre o fascínio de inúmeros estudiosos ao longo dos tempos, mas foi a partir do século XX que esta procura se intensificou. Atualmente são já conhecidos 8 mil biliões (8.000.000.000.000.000) de casas decimais do número Pi, graças a cálculos computorizados realizados na Universidade de Santa Clara (Califórnia, EUA) em 2013. Pode verificar o valor de Pi até aos 10 mil dígitos aqui.

Palíndromos

Os números palíndromos são vulgarmente conhecidos como capicuas. Um palíndromo tem a particularidade do seu reverso ser igual a ele próprio, ou seja, representa o mesmo número se lido de trás para a frente. São exemplos de palíndromos os números 14341, 787, 6556, 123456654321. Sabia que todos os números capicuas que tenham um número par de dígitos são múltiplos de 11? Por exemplo: 513315 / 11 = 46665

Phi

Phi é considerado o número mais belo do mundo. É conhecido também por número de ouro, número áureo e divina proporção, entre muitas outras designações. O seu valor, arredondado a três casas decimais, é 1,618. Este número pode ser observado na natureza, daí a ancestral associação ao divino. Dois exemplos frequentemente referidos são:

  • Se dividirmos o número de abelhas fêmea pelo número de abelhas macho de uma colmeia, obtemos o número Phi (ou aproximado).
  • Se dividirmos a altura de uma pessoa pela medida do umbigo até ao chão, obtemos o número Phi (ou aproximado). Contudo, no corpo humano existem muitas outras representações da proporção divina. Leonardo Da Vinci representou-as como o ideal anatómico na sua famosa obra “Homem Vitruviano”.

Esta constante real algébrica irracional encontra também expressão na arte. A principal obra de Leonardo da Vinci, Mona Lisa, utiliza o número de ouro na relação entre o tronco e a cabeça. O número áureo está também presente na notável sinfonia n.º 5, de Ludwig van Beethoven.

Quer saber mais curiosidades matemáticas? No próximo artigo abordaremos alguns truques com números.




Fontes:
http://www.somatematica.com.br/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Proporção_áurea

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