Factos sobre Portugal que provavelmente não conhecia até agora




Alguns factos sobre Portugal que a maior parte da população não conhece.

Portugal é a casa de 10,3 milhões de pessoas e tem quase 4 milhões de Km quadrados de território. Estes são alguns dos exemplos de factos sobre Portugal que talvez não conheça.

Fado

O lugar de onde ele surgiu ainda permanece um mistério, mas acreditasse que vem de Lisboa, a capital de Portugal. Existe desde o século XVIII e seria a forma do povo expressar-se através da música. Era cantado de formar a narrar as emergências que havia na altura. Poderia ser cantado em todo o lado, na rua, numa taberna, mas maioritariamente poderia ser ouvido em casas de lazer, onde prostitutas, marinheiros e pessoas comuns se encontravam, cantavam, bebiam e narravam as suas histórias.

Gastronomia

Aspecto bastante Português é comer bacalhau, isto teve origem na altura dos descobrimentos. Como os marinheiros não tinham acesso a comida fresca por longos períodos de tempo, estes optavam por levar consigo bacalhau porque seria um peixe barato e que poderia ser conservado por muito tempo. Tornando Portugal o maior consumidor de bacalhau do mundo nos dias de hoje.

A alheira de Mirandela seria inicialmente uma forma dos judeus enganarem a inquisição. Como a sua religião não permitia que estes se alimentassem da carne de porco, tiveram de encontrar uma forma de “enganar” as pessoas. Então inventaram a alheira, bastante semelhante ao chouriço de porco, mas revestida com outras carnes. Assim, quem visse de fora, viria que estes estavam a comer um alimento à base de porco, o típico chouriço, quando na verdade não estavam.

Os famosos pasteis de Belém, que deram origem aos pasteis de nata, surgiram após a necessidade de angariar fundos para a construção do Mosteiro dos Jerónimos. Foram feitos na fábrica dos pasteis de Belém, em 1837 e vendidos na rua para ajudar a construção do mosteiro.

População

O povo Português é envelhecido, existem por cada 100 jovens, 152 pessoas idosas em Portugal. Posto isto é natural que a população portuguesa ao invés de aumentar, esteja a diminuir a cada dia. Em média, o rácio de natalidade/mortalidade é de -25 pessoas, ou seja, morrem mais 25 do que nascem.

Portugal teve antes do euro, a moeda Escudo. Este durante os anos tinha valores diferentes, por exemplo em 1960, 1000 escudos seriam hoje 433 Euros. Enquanto que em 1992, 1000 escudos  seriam apenas 10 Euros hoje em dia.

No que toca ao ensino, cada vez mais há pessoas que procuram ter cursos superiores. Os dados mostram que em 2011 apenas 13% da população teria frequentado o ensino superior. Em 2015 esses dados sobem para 17%. O inverso acontece com a taxa de analfabetos e abandono escolar precoce, onde as percentagens mostram que estas têm vindo a diminuir.

(dados retirados de PORDATA).




Expressões

As expressões portuguesas são outros factos sobre Portugal interessantes e têm várias origens diferentes.

Erro Crasso” – Tem origem romana, onde o general romano Crasso foi ordenado atacar uma povoação chamada Partos. Confiante da sua vitória este não ligou aos ensinamentos romanos e simplesmente atacou, por um canal estreito. O que resultou à sua derrota pois, o povo de Partos, mesmo sendo em menor número conseguiu derrotar as tropas desorganizadas de Crasso.

À grande e à francesa” – Esta é um pouco intuitiva, teve origem a partir dos luxos de um general de Napoleão, general Jean Andoche Junot, que caminhava pelas ruas de Lisboa com luxuosas roupas de gala .

Andar à toa” – a Toa é a corda que prende uma embarcação quando esta está a ser rebocada. Logo, uma embarcação que anda à toa não tem rumo, nem leme, apenas vai para onde é levada.

Vai para o caralho” – esta expressão pouco delicada tem origem nos descobrimentos. O caralho ou “gávea” era o cesto que permitia ao marinheiro procurar por terra, no mastro do navio. Devido à instabilidade do barco, este lugar era muito incómodo e nada apreciado. Por isso, quando os marinheiros não cumpriam com alguma norma do navio, eram mandados para esse cesto.

Queimar as pestanas” – Antes da electricidade, era preciso usar velas para a leitura e estudo. Sendo esta luz muito fraca, os estudantes precisavam de colocar a vela perto dos textos, o que acidentalmente levava a que queimassem as pestanas.

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